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Olá! Esse é o Canal Oficial do InC no Telegram. Aqui são compartilhados conteúdos teológicos exclusivos semanalmente e as nossas principais novidades 💜

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O Invisible College é um espaço dedicado à partilha de conteúdos teológicos exclusivos, atualizados semanalmente. Se você está interessado em aprofundar o seu conhecimento sobre teologia e em estar sempre por dentro das principais novidades do campo, este canal é perfeito para você. Aqui, você terá acesso a informações exclusivas, reflexões profundas e debates enriquecedores sobre os mais diversos temas teológicos. Além disso, você poderá interagir com outros membros do canal e compartilhar suas próprias ideias e questionamentos. Não perca a oportunidade de fazer parte dessa comunidade única e enriquecedora. Junte-se a nós no Invisible College e expanda os seus horizontes no campo da teologia!

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06 Jan, 12:42


É uma afirmação bastante contundente e não deve mesmo passar despercebida.

Bem, devemos nos lembrar que para as mentes neoplatônicas era inconcebível que a divindade assumisse forma humana material. Essa distinção, entre o material e o imaterial, que resultava em diversos dualismos, influenciava muito a teologia cristã.

Quando o Concílio de Nicéia decide pela dupla natureza de Cristo, contrariando Ario, ele faz uma distinção importante não só pelo fato de elaborar uma abordagem canônica autorizada da pessoa de Cristo, mas também por não permitir que ideias neoplatônicas ditem o curso da teologia.

É nesse sentido que o John Rist faz a afirmação, porque algumas fronteiras começam a ser estabelecidas entre a fé cristã e o neoplatonismo. Isso tem consequências no desenvolvimento da teologia.
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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06 Jan, 12:41


De que forma o Concílio de Nicéia coloca uma cortina entre o neoplatonismo e o cristianismo? Isso é dito na Aula sobre Ambrósio, Agostinho e o neoplatonismo na teologia. #FalaAí

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30 Dec, 13:11


A metáfora que acompanha o mandato cultural é a do mordomo. Como bons mordomos, nós não somos os donos dos recursos, mas os recursos foram confiados a nós pelo dono - Deus - para que os utilizemos bem e em benefício de todos os que habitam a “casa”. Inclusive, nossos dons e talentos fazem parte dos recursos que Deus nos deu para o bom exercício da cultura.

Agora, podemos pensar também nas expressões de Gn 2: 15. A expressão de "cultivar" como agricultor, não inclui apenas o trabalho no campo, mas toda a potencialidade da vida a ser desenvolvida, “significados a serem desvelados”, na linguagem do Dooyeweerd. O mesmo ocorre com o termo "guardar", uma metáfora para o cuidado zeloso com o qual o ser humano deve cuidar do jardim.

Mas, enfim, quanto ao mandato cultural mas propriamente apresentado em Gn 1: 26-28, a metáfora do mordomo segue sendo a mais explicativa, inclusive por ser canônica, tem relevância para nós.
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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30 Dec, 13:11


O mandato cultural carrega uma metáfora? #FalaAí

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20 Dec, 12:40


Novo texto no Blog!

Apologética não é só sobre vencer debates. John Frame nos ensina que o papel da apologética vai além dos argumentos: trata-se de glorificar a Deus e revelar a beleza da verdade. Bons argumentos convencem, mas não convertem.

Jesus não é apenas o Mestre, mas a própria beleza. Em Seu amor e sofrimento, contemplamos a plenitude da glória de Deus.

“A verdade é que a beleza, embora seja mediada pelas coisas deste mundo, não está contida nelas. O deleite na criação sem o criador nos tornará escravos do prazer insaciável. A tragédia da beleza sem Cristo é inquietação de um coração insatisfeito.” Yuri Jackson

Leia o texto completo e descubra como a beleza de Cristo transforma nossa visão do mundo! 🌍

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18 Dec, 13:52


Texto novo no Blog!

Você já refletiu sobre o papel do seu pastor na igreja? Como ele tem ajudado sua comunidade a viver o roteiro divino? 🤔

“O pastor-teólogo, apesar de ser um ator-diretor assistente do enredo divino, é um participante dependente do drama, assim como os outros atores sob a sua direção. Dito isso, é importante que ele mantenha o coração alinhado ao roteiro.” Odirlei Lima

Leia o texto completo e aprofunde-se no papel crucial do pastor como teólogo! 📖

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16 Dec, 13:03


Sim, é exatamente por este ser o ambiente da comunhão dos santos que o aconselhamento deve ser uma extensão das atividades da igreja. Ou melhor, da prática da igreja. É o ambiente da Palavra de Deus, onde a prerrogativa teológica do pastor - e de todos os outros - é mais evidente. Como temos visto nesse mês, o trabalho bíblico-teológico do pastor é imprescindível. É distintivo de todas as suas funções, ou seja, a única coisa que ele não pode abrir mão. Essa é a natureza teológica da igreja.

Desvincular a prática do aconselhamento bíblico da igreja é um contrassenso, visto que aqueles mais preparados para lidar com as Escrituras devem estar na igreja, atuantes e comprometidos. Veja, isso não quer dizer que todas as igrejas estão de fato preparadas. Potencialmente, a força para fazer, ela tem. Mas por razões diversas há muitas dificuldades, nós sabemos. Nosso esforço, contudo, é para tornar isso factível. Conselheiros bíblicos presentes nas igrejas, e irmãos da igreja sendo aconselhados em suas comunidades. A igreja torna-se, portanto, esse lugar de encontro entre conselheiros e aconselhados. Não no sentido físico, ok? Pode ser que os encontros, vez ou outra, ocorram em outro espaço, mas o vínculo deve ser sempre eclesiástico, com pastores, líderes, conselheiros em geral, pastoreando o rebanho que Deus lhes confiou a partir da Escritura.
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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16 Dec, 13:03


Foi dito numa das tutorias que a igreja é o lugar do aconselhamento. Pode falar sobre isso? #FalaAí

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09 Dec, 21:29


Essa pergunta resume a "nova abordagem" do McGrath para uma proposta de teologia natural. Ver a natureza da perspectiva de Deus é buscar uma maneira canônica de entender o significado da realidade - da vida, por assim dizer. Dito de outra forma, revelação geral e revelação especial não se desvinculam, e, sem a revelação especial de Deus, não conhecemos a natureza, sua Criação. Sem a perspectiva canônica (lembrando aqui de Vanhoozer), não distinguimos as ambiguidades da natureza (na linguagem do McGrath). Podemos dizer também que toda a realidade possui um significado teológico, revelado. Eis a única forma de vermos a natureza, da perspectiva de Deus, ou a veremos equivocadamente, a partir de nós mesmos.
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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09 Dec, 21:29


Qual a forma correta de vermos a natureza sem cairmos numa das correntes seculares que McGrath apresenta na obra Teologia Natural? #FalaAí

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06 Dec, 12:34


Texto novo no Blog!

Você sabia que a apologética reformacional pode se beneficiar da filosofia reformacional para dialogar melhor com a cultura? Um exemplo prático é o método trinitário neocalvinista, que conecta os pontos fortes de pensadores como Van Til e Dooyeweerd. Esses ensinamentos podem enriquecer áreas práticas da igreja como aconselhamento bíblico e evangelização.

O ponto central? O Deus Triúno é a resposta para a fragmentação da realidade. É Ele quem une o que o pecado separou e dá sentido à vida.

“Não precisamos necessariamente usar termos técnicos ou discorrer por longas horas discursos filosóficos e teológicos para aproveitar esses ensinamentos. Eles podem ser mostrados na prática para a comunidade local: no olhar integral sobre a existência do ser humano, na construção de pontes de diálogo com a cultura e na conclamação do Deus Triúno como a única resposta à realidade fragmentada.” Lethícia Leal

Vamos explorar juntos essa abordagem?💡

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04 Dec, 12:19


Novo texto no Blog!

Descubra como uma cosmovisão genuinamente cristã pode transformar vidas e culturas sem perder a essência do Evangelho!

“É necessário que cristãos e cristãs compreendam o que é uma cosmovisão genuinamente cristã e qual nosso lugar na grande narrativa bíblica. Nosso testemunho sempre será contextualizado, sem abrir mão dos valores do reino de Deus, descritos nas Escrituras.” Octavio Betiolo

Leia o texto completo no Blog!

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02 Dec, 13:03


Há tentativas recentes de produzir Teologia Sistemática em modelos narrativo, como a do Michael Horton, por exemplo. O ponto mais importante, contudo, é que o Vanhoozer não descarta prontamente o propositivismo. Ao contrário, apesar das críticas e dos problemas que isso possa ter carregado, o propositivismo tem seu lugar. A fala, ou, dito mais tecnicamente, os atos de fala registrados nas Escrituras, em alguma medida, são proposicionais, e o Vanhoozer não ignora isso. Um pouco disso aparece nas páginas 99-106, quando, após uma crítica contundente, ele faz o papel de "salvar" as proposições, dando a elas uma nova configuração e um papel destacado no interior do teodrama.

De fato, a Teologia Sistemática lida com proposições e axiomas, mas o modelo de textos prova acaba não dando conta da narrativa, dos contextos e da perspectiva do teodrama. A proposição, segundo o Vanhoozer, é um ingrediente da ação comunicadora, porém, que não dá conta de tudo. Ainda que a Bíblia nos informe - Ele ressuscitou!, esse padrão propositivo é a menor parte de um padrão de pensamento mais complexo.
Bons estudos!
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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02 Dec, 13:03


Quanto às críticas que o Vanhoozer faz à visão propositivista (p. 291, O Drama da Doutrina), chegando a citar alguns teólogos sistemáticos, minha dúvida é se é possível um estudo de teologia sistemática que não seja propositivista? #FalaAí

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27 Nov, 13:15


Texto novo no Blog!

A Inteligência Artificial é um marco na história humana, mas o que a fé cristã nos ensina sobre ética no uso dessa ferramenta? Noé ou Babel? Obediência ou arrogância? 🧠

"As decisões no campo da inteligência artificial devem ser tomadas com a consideração da dignidade humana, prevenindo o uso de tecnologias que possam desumanizar as pessoas." Débora Soares

Descubra como valores eternos podem guiar um futuro tecnológico responsável.🚀

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25 Nov, 13:35


Primeiro, McGrath cita as parábolas ao estilo judaico como um exemplo de ensino óbvio que apela à razão e ao conhecimento de maneira clara e objetiva, como acontece na literatura sapiencial - exemplo nos livros de Provérbios e Eclesiastes.

As parábolas de Jesus, contudo, possuem tanto a força para revelar como a capacidade de esconder a verdade em questão. Por isso, logo no início da segunda parte ele fala da ambiguidade da natureza. Esta, para tanto, precisa ser assimilada pelo ouvinte, dado que o fato óbvio não está dado objetivamente. Bem, isso cria um problema exegético? Sim, se desejarmos compreender a revelação prescindindo do Deus que se revela; e não, se entendemos que o ato de revelação é um ato de Deus em benefício dos seus. A pergunta que surge agora é: sendo assim, quem é que pode fazer teologia?

Parece que o verdadeiro conhecimento de Deus, portanto, carece de um relacionamento com ele, e isso não deveria nos espantar. Chegar à intenção do autor segue sendo nosso interesse, mas não nos esqueçamos que o autor da Criação transcende a própria Criação, e nossa busca para alcançar suas intenções serão frustradas a não ser que o próprio Deus Criador oriente diretamente nossa busca. A questão envolvida aqui pode ser apresentada como a medida de autonomia no processo de conhecer (apreender, ver - na linguagem do McGrath) a Deus, seja através da Revelação Geral ou da Revelação Especial. Por muito tempo se creu que a Revelação Geral (Teologia Natural) era possível a despeito de Deus, afinal, Deus havia criado um mundo absolutamente inteligível, e dotado o ser humano das capacidades suficientes para este conhecimento. Assim, através do uso correto desses recursos (criação e cognição), conhecemos a Deus e o mundo de Deus. Contudo, a abordagem de Alister McGrath indica uma postura diferente. A proposta dele é que mesmo no que diz respeito à Revelação Geral, ao chamado livro da natureza, ou, na prática da teologia natural, a dependência revelacional é a mesma que julgamos necessária para a Revelação Especial. É preciso que Deus decifre a ambiguidade e nos instrua no conhecimento. Assim, a exegese da natureza torna-se ainda mais dependente da revelação, e conhecer a intenção do autor ainda mais necessário.
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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25 Nov, 13:35


No capítulo 5 de Teologia Natural, Alister McGrath fala a respeito das parábolas de Jesus, e afirma que ao contrário das utilizadas pela tradição judaica, as que Jesus falava, tinham texto aberto, possuía interpretação indefinida. Minha dúvida: isso não traz um problema exegético? É possível chegar à intenção do autor dessa forma? #FalaAí

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22 Nov, 11:11


Texto novo no Blog!

Você já parou para pensar se seus atos diários, como arrumar a cama, também são dignos de louvor a Deus? Nossa vida comum e ordinária pode ter valor espiritual? Algumas filosofias são marcadas pela ideia de um Deus distante, sugerem que os atos cotidianos não têm relevância espiritual.

Mas o cristianismo nos ensina diferente. O Deus cristão está presente em todos os aspectos de nossas vidas — não apenas nos momentos extraordinários ou de culto. Nosso desafio é viver cada ato coram Deo, ou seja, diante de Deus e para Ele.

“Somos encantados pelos grandes planos, grandes projetos, mudarmos o mundo. Renegamos as pequenas coisas como insignificância e menores. E Deus, em toda a narrativa bíblica e na vida humana de Cristo, nos ensina que são estas pequenas coisas que Ele requer de nós façamos com excelência para a Glória Dele ser manifesta em todos os aspectos das nossas vidas!” Raphaela Fernandes

Leia o texto completo no Blog!

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18 Nov, 12:48


De fato, todo estudo é fenomenológico em alguma medida, porque passa pela nossa consciência. O Bavinck, em Filosofia da Revelação, explica essa tensão, e diz que: "O único caminho que nos capacita a alcançar a realidade é o caminho da autoconsciência. Eis aí a verdade do idealismo, isto é, que a mente humana (ou, em outras palavras, a sensação e a representação) é a base e princípio de todo conhecimento. Se há uma realidade objetiva, um mundo de matéria e força existindo nas formas do espaço e tempo, segue-se, pois, a partir da natureza da questão, que o conhecimento dessa realidade pode chegar até mim somente mediante minha consciência." E segue para o problema: "Todavia, o idealismo erra quando, a partir desse fato incontroverso - isto é, de que a realidade pode ser apreendida apenas mediante o medium da consciência -, chega à conclusão de que a percepção é um ato puramente imanente, e que consequentemente, o objeto percebido deve ser, ele mesmo, imanente à mente."

Sua definição não está errada. Fenomenologia "é o estudo do que aparece à consciência". A pergunta, contudo, pode ser encarada em como isso se dá, ou ainda, em que medida isso resolve as nossas ambições de conhecimento? A questão é que ela, a Fenomenologia, é reducionista, nega o real, contenta-se com meras abstrações e elucubrações da mente. Mais uma vez o Bavinck: Uma filosofia que, negligenciando o mundo real, toma a razão como ponto de partida, há de necessariamente violentar a realidade da vida e explicar a natureza e a história em uma rede esquemática de abstrações. Na prática, o que sobra, é a razão humana como árbitro da realidade. Cientificismo, pragmatismo, são todos eles respostas apegadas a esse mito de que a mente humana, a consciência, é a única capaz de arbitrar a realidade. O resultado, solipsismo, niilismo e ceticismo. Espero ter ajudado. Bons estudos!
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

Invisible College

18 Nov, 12:48


Não consigo compreender as definições de fenomenologia que dizem que "é o estudo do que aparece à consciência". Neste sentido todo estudo não seria fenomenológico na medida em que passa por nossa consciência? #FalaAí

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13 Nov, 11:18


Artigo novo no Blog!

No mundo atual, a verdadeira sabedoria parece cada vez mais distante das famílias. Como pais cristãos, somos chamados a ensinar aos nossos filhos onde encontrar essa sabedoria e como aplicá-la no dia a dia. Somente quando nossos filhos conhecem a Deus e vivem para Ele, poderão ter uma vida fundamentada em algo eterno. Que nossos lares sejam espaços onde a cosmovisão cristã seja ensinada, vivida e transmitida para a próxima geração. 🌿

“Devemos cumprir nosso chamado divino como pais tementes ao Senhor de proporcionar a eles uma vida recheada e transbordante do Evangelho, que os levará ao encontro com a Sabedoria, na pessoa do Salvador Jesus.” Rita de Cássia

Leia o artigo completo!

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11 Nov, 13:31


O grande exemplo de Jesus está nas parábolas. Ao contar uma parábola, Jesus monta um cenário que induz (conduz) seus ouvintes a uma resposta. A pergunta final de Jesus ao final das parábolas é quase uma pergunta retórica porque a resposta já foi antecipada pela narrativa. "Qual, pois, destes três te aparece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?" (Lc 10: 36); "Qual dos dois fez a vontade do pai?" (Mt 28: 31). Esses são exemplos desse tipo de pergunta que, no contexto da parábola, indicam a resposta previamente.

Paulo, porém, é mais direto e argumentativo nas suas explicações: "E se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também a vossa fé" (1Co 15: 14). Perceba o tipo de argumentação que aponta para uma conclusão, ou seja, a conclusão deduz-se das premissas.

Claro que essa distinção, Jesus indutivo e Paulo dedutivo, é uma generalização. Ela nos ajuda a perceber as ênfases de cada um, mas não precisamos tratar isso com rigidez absoluta. Trata-se da ênfase maior do ensino de cada um deles, tão somente, o que não quer dizer que esses modelos sejam exclusivos em cada um. Há momentos e propósitos que justificam essas “escolhas pedagógicas”. De qualquer forma, servem como orientação para nosso conhecimento das Escrituras e dos autores e personagens dela.
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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11 Nov, 13:31


Na página 196 do livro do Bryan Chapell, ele compara as abordagens de Jesus e Paulo. A primeira sendo indutiva e a segunda dedutiva. Poderia citar um exemplo mostrando a diferença entre os dois? #FalaAí

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08 Nov, 11:30


Novo texto no Blog!

Muitos cristãos conhecem bem os reformadores do século XVI e as figuras importantes dos séculos recentes. Mas o que sabemos sobre nossos irmãos na fé que viveram do século I ao XXI? Ignorar a rica história da igreja anterior à Reforma pode nos tornar presas fáceis para heresias já refutadas no passado. A história nos ensina humildade e discernimento.

A história da igreja não começa nem termina com os reformadores. Nossos irmãos na fé, desde o século I, têm muito a nos ensinar.

“Em suma, a história da igreja cristã nos pertence. Em cada um dos séculos, irmãos nossos viveram a fé evangélica, lidando com diferentes contextos e dificuldades, porém firmados em uma só Rocha, fazendo parte de um só Reino.”

Redescubra a jornada cristã e aprofunde sua compreensão da fé!

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06 Nov, 16:49


Texto novo no Blog!

"Repouso cognitivo é um piedoso sentimento de satisfação." — John Frame nos convida a equilibrar razão e emoção na jornada da fé. Entenda como a graça de Deus restaura nossos sentimentos, guiando-nos a uma vida que glorifica o Criador com tudo que somos: mente, corpo e coração. Como você tem lidado com a tensão entre razão e emoção?

“Deus nos cria com sentimentos válidos, e esses sentimentos podem (e devem) nos ajudar a fazer sua vontade integralmente. É necessário, portanto, entregar nossa vida completa ao Senhor, e colocar nossos sentimentos, argumentos e fatos concretos em suas mãos, praticando um conhecimento que está sob o total Senhorio de Deus.” Jônathas Souza

Leia o texto completo no Blog!

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04 Nov, 13:40


Todos queremos conhecer a Deus, e, portanto, conhecer sua vontade. Erramos, contudo, quando mistificamos, ou, espiritualizamos demasiadamente esse conhecimento.

O princípio que deve nos orientar é que a vontade de Deus foi revelada a nós nas Escrituras. Diferente dos gnósticos que ensinavam que havia um conhecimento escondido, um segredo revelado somente a poucos iniciados, o Evangelho da graça de Cristo é uma mensagem para ser anunciada sobre os montes, para todos.

Todo aquele que crer, portanto, recebe o dom de tornar-se filho de Deus. Nada está escondido. Pelo menos nada de que dependa a nossa salvação e fé genuínas.

Dizemos que saber a vontade de Deus é uma expressão pagã quando fazemos disso uma busca mistificada. Quando cremos que é preciso um conhecimento revelado, especial, dado a poucos. Os pagãos, gnósticos, animistas e ligados às chamadas religiões de mistério é que fazem isso. O Evangelho é revelado a todos, e a vontade de Deus, é que todos conheçam a Cristo, vivam segundo essa verdade, e por meio dela, conheçam também ao Pai que o enviou.

Tenhamos em mente que aquilo que se pode – e se deve – conhecer sobre Deus, foi revelado em Cristo (Hb 1: 1-2), e está registrado nas páginas das Escrituras como Palavra de Deus. Há de se contar com a iluminação do Espirito Santo, obviamente, que transforma nosso coração para que o conheçamos, e isso caminha lado a lado com o princípio da revelação bíblica.
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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04 Nov, 13:40


Sobre o conhecimento de Deus, como não se perder buscando saber qual é a vontade de Deus? #FalaAí

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01 Nov, 14:44


Texto novo no Blog!

No período da Reforma, o confronto entre Martinho Lutero e Erasmo de Roterdã sobre a autonomia humana trouxe à tona a questão da salvação: seria possível o homem alcançá-la sem o auxílio divino?

“Apesar das semelhanças entre Reforma e Renascimento, o projeto humanista se distancia da visão bíblica. O debate entre Erasmo e Lutero marca a separação clara entre a ética cristã, dependente da graça de Deus, e a ética humanista, autônoma e confiante no alcance da razão humana.” Yann da Silva

Descubra como essa questão atravessou séculos e continua relevante. Leia o texto completo!

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30 Oct, 16:07


Texto novo no Blog!

Você já parou para pensar em como nossa sociedade, focada em imagens e aparências, afeta a maneira como vivemos nossa fé? 🤔
Muitas vezes, nos deixamos levar pelas aparências e esquecemos do que é essencial: a obra de Cristo. Herman Bavinck nos convida a rever nossa fé e nos concentrar no relacionamento vivo com Deus.

Descubra como essa teologia pode ajudar a igreja brasileira a combater o legalismo e viver uma espiritualidade mais profunda.

Leia mais no Blog!

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28 Oct, 13:52


O problema filosófico por detrás da encapse é o problema da relação entre o todo e suas partes. Seguindo o Roy Clouser, podemos pensar no seguinte. Aristóteles coloca a função (relação entre partes) nesses termos: X participa de Y se e somente se X desempenha um papel na estrutura interna de Y e X não pode existir separado de Y. Como exemplo ele conta a história de alguém que visitou um campo de batalha e viu um polegar no chão. Ao se perguntar "o que é isso?", a resposta é que se trata de um polegar, e não de um homem. O polegar, portanto, não pode existir fora do corpo.

Numa relação parte-todo, isso traz alguns problemas porque isso faria do ser humano um aglomerado de partes. Numa visão de Estado isso fica ainda mais claro. Os seres humanos são partes do todo (Estado), sem o qual não existem individualmente? De maneira nenhuma. Ainda que sejam membros ativos do Estado, sua função de liderança, ou, função guia, permite-lhes existência completa à parte do todo.

A relação, portanto, é chamada encáptica, e o Estado é a encapse de seus membros. Encapse, nesse sentido, é uma relação entre estruturas auto-existentes (sem considerar aqui a relação com o Criador). E porque são auto-existentes? Porque são regidas por leis específicas – criacionais - para elas. Encapse, portanto, é um modelo de relação, mas não de partes que formam o todo, e sim de estruturas de individualidade - elementos da realidade regidos por leis - que se entrelaçam para formar um outro objeto da realidade também guiado por leis próprias.
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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28 Oct, 13:52


Pode distinguir um pouco mais sobre encapse e estruturas de individualidade? #FalaAí

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25 Oct, 13:13


Texto novo no Blog!

Na publicação de hoje, analisamos a obra de David Naugle, professor de Filosofia e autor de "Cosmovisão: a História de um Conceito". O livro examina a evolução do conceito de cosmovisão desde o pensamento filosófico até sua relevância nas ciências naturais e sociais.

O livro de Naugle não é uma leitura fácil, mas é uma obra essencial para quem deseja aprofundar-se nos estudos sobre cosmovisão. Ao final da leitura, o leitor estará mais preparado para entender a influência desse conceito em várias esferas da vida.

Leia a resenha completa no Blog!

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23 Oct, 12:07


Texto novo no Blog!

O humanismo nos prometeu liberdade e autonomia, mas o que encontramos foi desumanização e alienação. Existe uma solução? Sim! Através da redenção em Cristo, podemos redescobrir nossa verdadeira identidade e propósito. Venha entender mais sobre essa perspectiva no texto "O Deus que Humaniza o que o Humanismo Desumaniza".

Leia e reflita! 📖

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21 Oct, 14:19


A chave de leitura de Hebreus é hebraica, não helênica. Há quem defenda uma chave de leitura platônica em hebreus, o que é bastante complicado em muitos níveis. Assumir uma dependência helenística nos escritos do NT abre precedentes perigosos. Podemos traçar algumas distinções, como por exemplo o fato de as ideias de Platão serem fruto de uma abstração impessoal enquanto o Deus dos hebreus é absolutamente pessoal, ao mesmo tempo transcendente e imanente à realidade, ou melhor, à criação.

É importante também, que fique claro, que essa distinção não é arbitrária nem artificial. Há algo que é fundamental nela - a superioridade de uma realidade sobre a outra é ultrapassada na Encarnação de Cristo. É Deus quem vence a distância, e não o que ficou conhecido como a segunda navegação platônica - um movimento do intelecto que busca conhecer as formas perfeitas via razão. Além disso, em Platão, o mundo sensível, não passa de uma cópia imperfeita que escraviza e prende o ser humano numa caverna de ignorância. No modelo de Hebreus, aquilo que é sombra, aponta para uma realidade que agora se manifestou. A sombra, como a lei, serviu como aio, como caminho, para uma realização superior que veio na Encarnação. A criação é essencialmente boa, foi abençoada por Deus, foi desfrutada por Ele, e é sustentada por Ele, não é uma prisão para o espírito. Mesmo o sistema sacrificial era provisório porque apontava para sua realização em Cristo, não para enganar. Enfim, de fato, são chaves de leitura muito diferentes, sem qualquer relação de dependência. Bons estudos!
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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21 Oct, 14:19


No capítulo 9 de Hebreus, temos algumas referências às coisas celestiais como "verdadeiras" e as coisas da terra como "meras representações". Essas distinções me lembraram a ideia de Platão do "mundo da ideias" e "mundo das representações".
Qual a distinção de representação X verdadeiro entre Platão e o uso que o autor aos Hebreus faz? #FalaAí

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04 Oct, 14:34


Texto novo no Blog!

O texto de hoje explora a obra Filosofia: Idade Moderna, de Giovanni Reale e Dario Antiseri. O livro analisa a fundo os momentos que moldaram a história do pensamento ocidental, com destaque para o Renascimento e o Humanismo. A resenha também explora como o Renascimento e a Reforma Protestante, apesar de distintos, compartilham uma busca por renovação — seja no campo intelectual ou religioso.

“Em resumo, os autores demonstram claramente que o início do movimento humanista renascentista não teve apenas uma causa, mas uma série de acontecimentos que produziram um anseio, quase que geral, de renovação da vida religiosa e social.” Júlio Figueiredo

Quer entender mais sobre essa análise da filosofia renascentista e suas influências na teologia? Confira a resenha completa!

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02 Oct, 14:37


Novo texto no Blog

Nossa visão de mundo afeta profundamente como enxergamos a realidade e como interagimos com ela. Mas será que podemos confiar apenas nas nossas percepções? No artigo de hoje, exploramos como a cosmovisão cristã nos dá uma base sólida para entender a verdade sobre o mundo ao nosso redor. 🌎

“Vivemos como se fôssemos aqueles dotados de definir o sentido do mundo à nossa volta, mas isso não passa de ilusão. Comumente sustentamos nossas cosmovisões sobre ídolos, o que nos leva a compreensões totalmente distorcidas da realidade. A boa notícia é que, ao reconhecer as falhas desses ídolos, somos convidados a reconhecer as nossas cosmovisões como dependentes da graça do Deus trino.” João Antônio Guimarães

Confira no Blog!

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30 Sep, 13:34


A expressão, hegelianos de direita e hegelianos de esquerda é comum entre os filósofos posteriores a Hegel. De certa forma, após Hegel, a filosofia europeia, especialmente na Alemanha e nos países do leste, se divide entre a direita e a esquerda hegeliana, à semelhança do parlamento francês. Não significa que os filósofos assumiram posturas políticas propriamente, mas na forma como eles lidavam com a filosofia de Hegel.

Assim, os hegelianos de direita (conservadores), entendiam que a partir de Hegel a história havia alcançado seu ápice e portanto estava completa. Bastava que se conservasse as ideias de cultura e Estado, inclusive, que se conservasse a teologia como ela havia sido desenvolvida no século 19. Por outro lado, os hegelianos de esquerda (progressistas), entendiam que Hegel estava certo até então, mas que o processo histórico ainda carecia de desenvolvimento e revolução tanto no nível cultural como estatal, e precisava romper com o status de então, em direção a um desenvolvimento maior - Kierkegaard está desse lado da história.

Uma boa leitura para essa compreensão é o De Hegel a Nietzsche do Karl Löwith - https://amzn.to/3ZJmx9G

Segue também o link de um breve texto que escrevi numa outra ocasião: https://joao1717.medium.com/soren-kierkegaard-como-poeta-religioso-0ce65a3488f8
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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30 Sep, 13:33


Pode explicar um pouco sobre o que significa a distinção: hegelianos de direita e de esquerda? #FalaAí

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27 Sep, 13:34


NOVO TEXTO NO BLOG!

O ser humano, criado à imagem de Deus, possui uma estrutura que vai além do biológico. Ela inclui cognição, volição e afeição — elementos essenciais que foram corrompidos pelo pecado e agora necessitam de redenção. A fé cristã vai além de restaurar nosso relacionamento com Deus; ela ressignifica nossa subjetividade, o âmago de quem somos.

"Deus manteve conservada a sua estrutura criacional mesmo depois da queda. E, por sua benevolência, Ele fez uso da subjetividade na sua revelação e redenção, entregando ao homem uma identidade. Algo almejado pela contemporaneidade, mas por ser presa de sua afetividade, faz do self e do homem psicológico seu hiper bem e narrativa, mesmo que isso signifique reduzir-se a isso." Aimeê Vieira

Descubra como a redenção, por meio de Cristo, abrange a profundidade do ser humano.

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25 Sep, 11:28


Texto novo no Blog!

Como conciliar uma realidade objetiva com a subjetividade sem cair no relativismo? 🤔

No mundo de hoje, a filosofia hebraica propõe uma alternativa rica e profunda para esse dilema, harmonizando a verdade com as narrativas da criação divina.

“A filosofia hebraica possui o chão que a modernidade procura e a pluralidade que a pós-modernidade reivindica, sem cair em seus maiores defeitos.” Lucas Macedo

Quer entender mais? Clique no link e mergulhe nessa reflexão!

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23 Sep, 19:23


É preciso recuperar a ideia geral de que a liturgia é parte da eclesiologia, tanto no sentido estrito - dentro das sistemáticas -, quanto no sentido lato, ou seja, a liturgia reflete nossa doutrina sobre a igreja, que por sua vez reflete Cristologia, Soteriologia, etc. Nós perdemos muito quando separamos a liturgia como teologia prática e esvaziamos os atos litúrgicos de significado teológico. Na verdade, todo ato litúrgico deve ser fruto de uma fundamentação bíblico-teológica, e nada menos do que isso.

Dito de outra forma, e cavando um pouco mais, os atos litúrgicos precisam ter suas raízes na história da redenção, na revelação histórico-redentiva de Deus, como uma resposta humana. Cantar, orar, ler as Escrituras em público, reservar um dia e um horário específico, tudo isso reverbera um chamado de Deus, o que faz com que esse chamado seja carregado de significado teológico. E não só quanto ao conteúdo, mas também quanto à forma.
A oração, por exemplo, faz parte do culto, mas de que forma? Cada um ora por si, ou oramos como povo, como corpo de Cristo diante de Deus? Veja como a forma nesse caso é importante pois reflete um significado teológico próprio para o culto público. Orações individuais podem ser feitas, e devem ser incentivadas, mas no culto público, as orações também são públicas.

Enfim, a forma toda do culto, do início ao fim, diz respeito à compreensão teológica, bíblica, canônica e revelada da fé, nada menos do que isso. Bons estudos!
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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23 Sep, 19:23


Como se dá a relação da liturgia com a dogmática? #FalaAí

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20 Sep, 14:03


Texto novo no Blog!

Você já parou para pensar nas diversas categorias de teologias? Tem a sistemática, a bíblica, a filosófica... Mas será que precisamos escolher entre elas? 🤔

Na realidade, cada uma dessas teologias tem um propósito próprio. Elas não precisam competir entre si, mas podem se complementar. Onde a teologia sistemática encontra seus limites, a bíblica pode avançar – e vice-versa.

“Quando entendemos o papel de cada disciplina e como uma interfere na outra, nos tornamos capazes de dialogar de forma saudável e integrada, reforçando a unidade da igreja, e não contribuindo para a sua divisão.” Camilla Ferreira

Clique no link e leia o artigo completo!

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18 Sep, 13:42


Texto novo no Blog!

As ideias de Platão continuam influenciando nossa cultura e nossa forma de pensar. 🤔💡

No artigo de hoje, falamos sobre a concepção platônica do corpo e da alma, e como essa visão se relaciona com a fé cristã. Será que o corpo é realmente uma prisão para a alma, ou há uma maneira diferente de entender essa relação?

Confira e reflita com a gente!

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16 Sep, 14:33


Uma relação direta, no sentido de causalidade, não. Os efeitos noéticos da queda falam dos problemas e limitações causados pela queda na mente humana, nas nossas capacidades e faculdades racionais e intelectuais.

Quando falamos em motivos-base ou mesmo em cosmovisão, lembre-se, não estamos limitados aos aspectos racionais ou lógicos, mas em profundos e abrangentes compromissos do coração. Isso abarca os efeitos noéticos, mas não é a mesma coisa, não pode ser reduzido às questões lógicas.

Aliás, nossos problemas cognitivos são fruto de um problema anterior, que está no nosso coração. Efeitos noéticos se apresentam em categorias teóricas, já o problema fundamental é de natureza supra-teórica. A equivalência com a cosmovisão está na mesma função, ela não se reduz às proposições racionais, mas aos compromissos religiosos do coração.

Em resumo, podemos pensar que tanto os efeitos noéticos da queda quanto os motivos básicos apóstatas são frutos da mesma raiz: um coração afetado pelo pecado. Contudo, são desdobramentos distintos.
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Resposta por João Uliana, tutor do InC

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16 Sep, 14:33


Há uma relação entre os motivos básicos apóstatas de Dooyeweerd e os efeitos noéticos da queda? #FalaAí

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13 Sep, 13:00


Texto novo no Blog

Agostinho, em sua obra Confissões, descreve como Deus o resgatou da escuridão. Nesse momento de trevas, Mônica, sua mãe, orava incessantemente por ele. Ela entendia que nosso pecado é tão profundo que, sem a graça de Deus, somos incapazes de nos levantar sozinhos, apenas com a graça de Deus.

Mas Mônica não se preocupou apenas com sua própria salvação, mas orava para que Deus alcançasse outros. Nosso dever é orar como Mônica, com lágrimas e súplicas, pela salvação daqueles que ainda estão mortos em seus delitos e pecados. Só Deus pode resgatá-los.

“Perceber a gravidade do pecado deve levar o homem a buscar graça e misericórdia humildemente diante de Deus ao passo que também o levará a orar incessantemente por aqueles que se encontram nesta condição: mortos, afastados do Senhor.” Hesddras Franco

Leia o texto completo no Blog!

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11 Sep, 12:13


Texto novo no Blog!

Como a Igreja pode manter sua fidelidade ao Evangelho em meio à polarização política no Brasil?

Descubra essa análise acessando o Blog!

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04 Sep, 14:42


Texto novo no Blog!

Em tempos de inovações tecnológicas, como devemos viver de forma consciente e piedosa? A "heurística do temor" de Hans Jonas nos alerta, mas é no temor do Senhor que encontramos a verdadeira sabedoria.

“No entanto, mais do que o temor, é essencial que o virtual seja reconciliado com o real, não havendo outra verdade senão a verdade revelada. Uma ética verdadeiramente responsável deve sempre considerar o Senhor. No temor do Senhor está a sabedoria.” Lucas Borges

Leia o ensaio completo para entender como a filosofia reformacional nos orienta nessa jornada!

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02 Sep, 13:29


Mais uma vez recorremos ao conceito de Aliança. O John Frame explora esse conceito em A Doutrina do Conhecimento de Deus, logo no início da obra. De maneira bastante resumida, podemos dizer que Frame enxerga Deus (o Pai), como o Senhor da Aliança. É Ele quem estabelece o pacto e coordena os eventos para sua concretização na história. História essa que terá seu ápice e cumprimento em Jesus (o Filho), que então será constituído herdeiro da Aliança. Ele é o cabeça da igreja, ou seja, o soberano sobre o povo redimido - que Ele mesmo redimiu. O Noivo, que recebe a noiva devidamente preparada e santificada pelo Espírito Santo.

Perceba que essas metáforas nos ajudam a entender como Jesus recebe do Pai aquilo que Ele criou, sem nos esquecermos que enquanto Sabedoria de Deus, Jesus estava presente no ato da criação, e mais, tudo foi feito desde o início por Ele e para Ele. Não precisamos pensar que houve um tempo em que Jesus teve menos poder, ou mais poder. Na pericorese trinitária, Jesus sempre foi igualmente criador, como ensina o prólogo do Evangelho de João. Também é verdade que sua morte e ressurreição foram determinadas no conselho eterno de Deus, ou seja, sempre foi assim, ainda que no tempo dos homens tenha se concretizado num período específico, na plenitude dos tempos (cf. Gl 4: 4). O que ocorre é tão somente a realização temporal daquilo que foi estabelecido pelo Deus trino na eternidade.

Na Encarnação, portanto, é concretizado o plano eterno de Deus, de modo que o desvelar da revelação – que é dirigida a nós – assume sua plenitude (cf. Hb 1: 1-2), e podemos ter ciência da abrangência da obra de Deus em Cristo.
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Reposta por João Uliana, tutor do InC

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02 Sep, 13:29


Gostaria de entender melhor os fundamentos bíblicos para o conceito do senhorio de Cristo. Na Encarnação, Cristo assumiu um poder e autoridade que nunca teve antes de sua encarnação, ou foi superior? Se foi superior, como Deus Filho se tornou mais poderoso com o passar do tempo? #FalaAí

Invisible College

30 Aug, 13:18


Texto novo no Blog!

Doutrina não é apenas uma opinião. Ela é o ensino oficial da Igreja, uma forma de instrução que dá consistência e identidade ao cristianismo. É nosso papel buscar conhecer o que acreditamos.

O livro de Justo González oferece uma visão clara e acessível das doutrinas que moldaram o cristianismo. Um convite para aprofundar a fé e entender melhor nossas raízes.

“A obra aborda parte da caminhada da igreja e do cristianismo, não se propondo a detalhar suas histórias exaustivamente. As doutrinas básicas são diretamente conectadas aos momentos históricos que o autor expõe no livro, enquanto também as traz para o contexto contemporâneo, refletindo sobre suas relevâncias no presente.” Guilherme Scholtz

Leia uma resenha do livro em nosso Blog!